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Aquela declaração que precisava fazer.

11 de setembro de 2013

(Dedicado ao meu marido)

E na vertente que me guia, saltando entre as quedas – outrora iminentes –, debruço-me nesses seus braços aconchegantes, na epiderme minha que se entrelaça as loucuras suas, e nos encontramos, despertamos os princípios básicos para o prolongamento das histórias de amor.
Tenho cá comigo, meu amor, que encontrei em você os manifestos românticos que por tanto tempo busquei. Deparei-me com a sua honra, a dignidade, a fidelidade e todos os vestígios verossímeis que vociferam a mais primorosa das verdades: você é um homem único, um ser humano agraciado com o equilíbrio, a paciência, o companheirismo e o caráter que muitos se olvidaram.
Eu me apaixonei por você no exato instante que os meus olhos se lançaram cúmplices da sua imagem, e todos os demais naquela festa (até hoje) sofreram de uma invisibilidade atordoante. E ao passar dos nossos anos, do matrimônio que mantemos distante das obrigações contratuais que afligem os meros casais corriqueiros; amei e amo o homem dono de cada detalhe da minha existência.
É você a graça divina que esperava alcançar.
Amo-te, Vida (assim, em maiúsculo para dar maior importância). Amo-te, respeito-te e venero cada partícula de tudo que te forma, pois em você encontrei o refúgio para todas as minhas bagagens sentimentais.

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2 Comments

  • Reply Vitória Santos 13 de setembro de 2013 at 9:38

    “Pois em você encontrei o refúgio para todas as minhas bagagens sentimentais.”
    Lindo, ó. <3

    • Faah Bastos
      Reply Faah Bastos 13 de setembro de 2013 at 9:45

      Mais lindo é para quem foi dedicado. Muito lindo.

      Beijos!

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