Eu confesso…

Preciso confessar, eu gosto de vazio, de espaços brancos sem rabiscos, de silêncio, de ausência. Me acostumei a embriagar o meu corpo só com palavras, e os gestos limitei-os a apenas uma pessoa, como se todo o resto do mundo não tivesse uma serventia diante os meus caprichos. Eu gosto da espera; da espera sem […]

As Borboletas também Choram

(…)Encontro-me prisioneiro, não exatamente como se estivesse a cumprir uma sentença dolorosa de algum pecado não comentado, mas como um devoto, um devoto prisioneiro dela, unicamente dela. De alguma forma isso soava reconfortante no fundo da minha mente, e auxiliava a espalhar as tensões pelo meu corpo, desfazendo-as em pequenos pontos estratégicos, como se a […]

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