PREFÁCIO

HISTÓRIA:

Eu tive centenas de blogs assim que adentrei na era da informática – tempo de internet discada! De lá para cá, mudei bastante, passei por quase todas as fases estranhas da adolescência até chegar aqui, beirando os trinta e sorrindo sempre que recebo um elogio do tipo “você nem parece que tem mais de 22”. Escrevo sem obrigação, não é um trabalho que preciso cumprir prazos. Meus sentimentos têm vontade pessoal. Escrevo quando eu quero, escrevo mais ainda quando posso. Meu cantinho sempre estará em constante mudança, afinal, sou uma adepta fervorosa do “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante”. Irei falar sobre meu cotidiano, literatura, música e qualquer outro assunto que invada minha mente ou tire o meu sono.

“Somos todos escritores. Só que uns escrevem, outros não.”

(José Saramago)

Não quis ser bailarina porque como demais. Decidi não defender a justiça, mesmo me formando para isso. Não sirvo para ser celebridade: sou tosca demais, estou longe de padrões de beleza, e claro, tenho uma maldita boca suja! Não posso dizer que sou “blogueira profissional”, não ganho dinheiro com nada do que escrevo por aqui, faço apenas por amor. E acredite, está dando certo.

POR QUE ESCREVER?

Sem rodeios, porque preciso! Eu sinto a necessidade de desenhar palavras e a cada traço uma corrente sentimental passa a habitar. Tenho sérios problemas para confessar dores ao mundo, jamais colecionei melhores amigas. Aprendi a concentrar emoções, sensações e sentimentos, trabalhá-los e jogá-los ao mundo (é nessa parte final que entra a escrita).

Não sou fã de autores que a grande maioria ama, como Clarice Lispector, Jorge Amado, entre outros. Tenho cá minhas desilusões literárias apenas porque não me encontrei em suas linhas (problema meu, não deles). No entanto, alimento um amor cúmplice, alguns casos de paixões ardentes e sexo selvagem. A lista é bem caprichada, e talvez você nem tenha ouvido falar sobre alguns, ou já largou um desses autores no canto da estante. Se querem saber meu autor preferido, irão se assustar, nenhum clássico ou bem conhecido, eu amo mesmo é Alan Pauls. Há algo de insano na escrita desse homem, e ninguém tira esse posto de amor eterno. Em seguida, Érico Veríssimo, Alejandro Zambra, Marcel Proust, Saramago, Woof, García Márquez, Mia Couto, Hilda Hilst, e a lista aumenta a cada loucura que sinto.

TERMOS DE USO: 

Os comentários é uma área do leitor, cuja as críticas, sugestões, elogios e demais, serão muito bem recebidos. Entretanto, o espaço é meu (bem egoísta e mimada) e não irei aceitar ofensas pejorativas, propaganda indevida ou discursos preconceituosos. Todos os comentários são analisados, antes de ir ao ar. Acredito que cada indivíduo tem sua opinião pessoal, porém a educação é a base para uma sociedade mais equilibrada, logo, respeite-me!

PLÁGIOS E LICENÇA CRIATIVA:

Alguns anos atrás, passei por muita dor de cabeça ao ver muito dos meus textos espalhados por algumas redes sociais que eu nem mesmo tinha conhecimento da existência. Chegaram ao ponto de usar meu nome e se passar por mim para obter alguma resposta positiva. Precisei acionar a justiça para fazer valer meus direitos. Não quero enfrentar nada parecido novamente. Caso queira divulgar, compartilhar, postar em suas redes sociais ou blogs/sites, por favor, siga as bases legais disponíveis por mim. Não faça propaganda com nenhum dos meus materiais, tampouco repasse-os sem os devidos créditos. Para maiores informações, basta entrar em contato comigo através do e-mail: contato@faahbastos.com

CRÉDITOS:

A imagem usada no banner é da Paula Bonet. Já a imagem do layout está disponível em A Pattern Day.

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